Para não fugir dos objetivos da Associação, bem como a sua Missão, Visão e Valores, criamos mais esse espaço para tornar o site um ambiente agradável. Inicialmente será publicado 35 mensagens de temas variados, cujo intuito é sempre estarmos trocando as mensagens publicadas por outras enviadas pelos internautas desse site.

[toggles title=”MENSAGENS” active=1 speed=500] [toggle title=”PEGADAS NA AREIA”]

Um dia eu tive um sonho…

Sonhei que estava andando na praia com o Senhor, e no céu passavam cenas de minha vida. Para cada cena que passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia:

Uma era minha e a outra do Senhor.

Quando a última cena da minha vida passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia, e notei que muitas vezes, no caminho da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia.

Notei também que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiantes da minha vida. Isso me aborreceu demais e perguntei então ao meu Senhor:

– Senhor, tu não me disseste que tendo eu resolvido te seguir, tu andarias sempre comigo, em todo o caminho? Contudo, notei que durante as maiores tribulações do meu viver, havia apenas um par de pegadas na areia. Não compreendo por que nas horas em que eu mais necessitava de ti, tu me deixaste sozinho.

O Senhor me respondeu:

– Meu querido filho, onde você viu somente um par de pegadas na areia, foram os momentos que não conseguiu mais caminhar e eu te carreguei no colo. Jamais te deixaria nas horas de prova e de sofrimento.

[/toggle] [toggle title=”QUASE ACREDITEI”]

Quase acreditei

que não era nada,

ao me tratarem como nada.

Quase acreditei

que não seria capaz,

quando não me chamavam,

por acharem que eu não era capaz.

Quase acreditei

que não sabia,

quando não me perguntavam

por acharem que eu não sabia.

Quase acreditei

ser diferente entre tantos iguais,

entre tantos capazes e sabidos,

entre tantos que eram

chamados e escolhidos.

Quase acreditei

estar de fora

quando me deixavam de fora

por que…que falta fazia?

E de quase acreditar adoeci;

busquei ajuda com doutores,

mestres, magos e querubins.

Procurei a cura em toda parte

e ela estava tão perto de mim

Me ensinaram a olhar

para dentro de mim mesmo

e perceber que sou exatamente,

como os iguais que me faziam diferente.

E acreditei profundamente em mim.

[/toggle] [toggle title=”RASCUNHO”]

Não faça de sua vida um rascunho, pois pode

não haver tempo para passá-la a limpo. Faça

dela um campo de futebol Vá driblando os

problemas; chutando as tristezas;

dando cartões vermelhos aos

adversários e fazendo gols

de alegria, saiba, que

na arquibancada,

sempre estarei,

torcendo por

você.

[/toggle] [toggle title=”SER FELIZ”]

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não“. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo…

Fernando Pessoa.

[/toggle] [toggle title=”VIAJANTE”]

Certa vez um viajante perdeu-se na floresta e atônito e sozinho ao cair da noite saiu rapidamente à procura de um abrigo.

Encontrou uma pequenina casa onde vivia um velho.

Explicou sua situação e o velho gentilmente ofereceu sua casa para que ele lá pernoitasse.

Quando entrou, o viajante colocou a mala no chão e intrigado, surpreendeu-se com o tamanho da construção.

Naquela diminuta casa, além de um velho fogão a lenha, só havia uma cama, uma mesa e uma cadeira além de poucos utensílios.

Sem esconder a indignação, o viajante perguntou ao velho se ele realmente vivia ali mesmo.

O velho indo além da pergunta, respondeu que não precisava de mais nada do que realmente ele tinha.

O viajante, porém, curioso insistiu em saber como ele se virava com pouquíssimas coisas.

O velho apontou para aquela mala no chão e disse que ele deveria saber, pois também tinha poucas coisas.

– Ah… mas eu estou aqui só de passagem… sorriu o viajante, muito lógico.

E o velho com toda a sabedoria respondeu-lhe:

– Eu também!…

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